Piano

Piano Obs. as notas terminadas em "i" Mi (E) e Si (B) não possuem sustenidos, é por isso que não existe Do bemol (Cb) e Fa bemol (Fb)

As teclas prêtas correspondem aos acidentes, sustenidos (#) e bemois (b). O sustenido está meio tom acima da nota, ou seja, 1 semiton, Do# está 1/2 tom acima de Do. O bemol está 1/2 tom abaixo da nota, Reb está 1/2 tom abaixo de Ré.

Observe que Do# e Reb são enarmônicos (nomes diferentes para um mesmo som).

O intervalo representado na figura do piano representa uma oitava, este intervalo se repete ao longo do instrumento. O piano possui 8 oitavas, alguns teclados e sintetizasdores possuem 5 oitavas. No caso do piano esta figura se repetiria 8 vêzes. A cada repetição o som torna-se mais agudo, da esquerda para a direita, as oitavas possuem as mesmas notas só que em alturas diferentes.

Viola

Em primeiro lugar é preciso conhecer a afinação da viola. A seguir temos o braço da viola visto de frente as tarraxas estão do lado direito e a boca da viola do lado esquerdo. As linhas horizontais correspondem às cordas e as verticais são as casas, temos assim o braço até a terceira casa.

Viola A afinação de cima para baixo, da corda mais grossa para a mais fina é E A D G B E, observe que os símbolos aqui estão representando notas e não acordes.

A partir das cordas soltas, cada vez que pressionamos uma nova casa subimos 1 semitom, 1/2 tom, o que corresponde a um sustenido. Vejamos o que acontece no braço do violão até a quinta casa.

Viola2 Vejamos a corda mais grave, o E (mi) sexta corda. Ao pressionarmos a primeira casa o som sobe 1 semiton, como E (mi) não tem sustenido, as notas terminadas em "i" não os possuem, vamos para F (fa), mais uma casa e estamos em G (sol).

Vejamos a quinta corda A (la), as cordas do violão são contadas de baixo para cima. Ao pressionarmos a primeira casa temos A# (la sustenido), mais uma casa e temos B (si). E assim sucessivamente, sempre tendo como ponto de partida o som da corda solta.

Obs. Se você tem dificuldade em saber qual nota vem depois de qual, lembre-se da escala C D E F G A B (do re mi fa sol la si), as notas seguem sempre esta ordem, chegando em B começa tudo de novo, ou seja, depois do B vem o C.

Andando no braço da viola da direita para a esquerda (visto de frente) o som sobe, fica mais agudo, e temos portanto intervalos de sustenido. Se andarmos da esquerda para a direita os sons descem, ficam mais grave, assim temos os bemóis.

Portanto Gb e F# (sol bemol e fa sustenido) correspondem a mesma nota, são inarmónico (nomes diferentes para um mesmo som), veja a figura acima, Bb e A# (si bemol e la sustenido) também são inarmónicos e assim por diante.

Os países de língua anglo-saxónica não conhecem do re mi fa sol la si, estes nomes para as notas são de orígem latina. Na verdade são a primeira sílaba da primeira palavra de cada linha num verso de canto religioso católico, os anglo-saxões conhecem as notas como C D E F G A B (e eles pronunciam ce dê e efe gê a b).

Acontece que os acordes escritos por extenso sol maior, mi menor com sétima e nona, ficam muito compridos e é ai que o sistema de cifras torna-se prático, Cm7/9 é bem mais curto. Usamos emprestado o sistema dos anglo-saxões mas não abandonamos a pronuncia latina, assim Cm7/9 escreve-se assim, porém lê-se do menor com sétima e nona.

A cifra, é composta de letras, números e sinais A7M (la com setima maior), A5+ (la com quinta aumentada). É o sistema predominantemente usado em música popular para qualquer instrumento. Os números e sinais usados na cifra correspondem a intervalos da Escala Natural, a partir da nota fundamental (I grau), em que são formados os acordes.

Tomemos como exemplo A5+ (la com quinta aumentada). A quer dizer acorde de la maior, o número 5 corresponde a um intervalo de quinta (o V grau da escala natural) aumentado em 1 semiton.

Assim temos que as cifras, com suas letras, números e sinais, representam acordes.

Viola